Depois de 25+ anos operando comércio exterior, chartering e cadeias complexas no Brasil, subo ao palco para traduzir tendência em decisão. Como estruturo keynotes, painéis e workshops in-company sobre inovação em logística — com passagem pela comunidade do Cubo Itaú e audiências de até 5 mil pessoas.
Quando alguém me pergunta *"por que um consultor de logística vira palestrante?"*, a resposta é curta: porque quem operou 25 anos tem histórias que economizam anos para quem está começando — e porque decisão de conselho, hoje, depende de entender supply chain como vantagem competitiva, não como centro de custo.
Ao longo de mais de duas décadas atuando em comércio exterior, chartering, freight forwarding, OEA e representação comercial no Brasil, participei de centenas de apresentações — de mesas técnicas para times de operação a keynotes com audiências de até 5 mil pessoas. Sou parte da comunidade do Cubo Itaú, o principal hub de inovação da América Latina, onde a conversa entre logística tradicional e novas tecnologias acontece na prática.
Este post é sobre o que eu levo ao palco — e como você pode usar isso no seu evento, offsite ou conselho.
Por que inovação em logística virou pauta de CEO
Nos últimos cinco anos, três forças mudaram o jogo:
- Velocidade virou preço. Quem entrega antes cobra mais, ocupa prateleira e ganha recompra. Cadeia lenta perde margem antes de perder cliente.
- Compliance virou vantagem. OEA, ESG e rastreabilidade deixaram de ser burocracia — são passaporte para operar com clientes globais.
- Dado virou ativo. Torres de controle, IA aplicada a roteirização, digitalização documental e integração com aduanas mudaram o custo real de um contêiner.
Times que ainda tratam logística como *"a área que reclama do frete"* estão perdendo receita e não sabem. É sobre isso que eu falo.
O que eu levo ao palco
Cada palestra é montada para o público — nunca uso o mesmo deck duas vezes sem revisar. Os temas que mais me pedem:
- Velocidade como vantagem competitiva — por que o custo do frete é menos importante que o custo do tempo, e como redesenhar a cadeia para isso.
- OEA e o novo padrão de confiança aduaneira — o que muda quando sua empresa é reconhecida pela Receita Federal e pelos ARMs internacionais.
- Chartering e cargas de projeto — decisões de contratação de navio em mercados voláteis, com casos reais.
- Representação comercial no Brasil — por que grandes marcas estrangeiras ainda precisam de um representante local, e o que separa uma boa parceria de uma dor de cabeça jurídica.
- Inovação aplicada, não teórica — o que realmente funcionou (e o que falhou) em projetos de digitalização de supply chain nos últimos anos.
- Liderança em operações complexas — como manter times performando em ambientes com regulação em movimento e câmbio instável.
Formatos disponíveis
- Keynote (30–60 min) — palco principal de convenções, congressos e kickoffs. Já apresentei para plateias de até 5 mil pessoas.
- Painel / mesa-redonda — moderação ou participação como especialista em eventos de comércio exterior, inovação e tecnologia.
- Workshop in-company (meio período ou dia inteiro) — imersão com o time executivo ou operacional, com cases da própria empresa.
- Board briefing (60–90 min, portas fechadas) — leitura estratégica para conselhos e comitês de sócios: onde a cadeia está exposta, onde está a oportunidade.
- Aulas e mentorias — programas de pós-graduação, MBAs executivos e comunidades de inovação, incluindo pautas do ecossistema Cubo Itaú.
O que eu não faço
- Palestra motivacional genérica. Não vim vender ânimo — vim traduzir 25 anos de operação em decisão prática.
- Slide vazio com jargão. Toda tese vem com número, exemplo ou case.
- Copiar-colar deck. Cada evento tem briefing, alinhamento com o RSVP e conteúdo desenhado para o público específico.
Como uma boa palestra sobre logística deveria terminar
Com três decisões que o público consegue tomar na segunda-feira de manhã. Se a audiência sai do auditório sabendo *o que vai priorizar, o que vai parar de fazer e onde vai investir* — a palestra funcionou. Esse é o padrão que persigo.
Convite
Se você organiza um evento, congresso, offsite executivo, treinamento ou conselho e precisa de alguém que fale de logística e comércio exterior com autoridade de operação, e não de PowerPoint, eu adoraria conversar.
- Temas: OEA, chartering, freight forwarding, representação comercial, cargas de projeto, inovação em supply chain, liderança em operações.
- Formato: presencial (Brasil e exterior) ou remoto.
- Idiomas: português e inglês.
Fale comigo pela página de [contato](/contato) e me conte o público, o objetivo e a data. Volto com uma proposta enxuta em até 48h.